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Os proprietários de bares e restaurantes estão tendo que fazer malabarismo para a sobrevivência dos estabelecimento neste período de pandemia e agora pela alta considerável no preço dos produtos alimentícios. Apesar da alta nos insumos a maioria afirma que irá segurar o máximo o repasse para o consumidor final.

De acordo com empresário Vitor Martins, o arroz por exemplo, sofreu um aumento de 38% , já a mussarela chegou a pagar 80% a mais. Outro exemplo citado por ele é limão, o qual pagava R$ 50 o saco e atualmente o mesmo produto gira em torno de R$120. O empresario explica que apesar de todos os problemas está segurando os preços para garantir os clientes.

Segundo Matheus Mason, presidente da Abrasel, entidade representativa do setor na região metropolitana, para enfrentar a situação várias medidas estão buscadas. Uma delas é a negociação de preços com os fornecedores. Uma outra alternativa é a conservação de estoques com pagamento parcelado. A compra compartilhada de produtos também está sendo uma boa opção para enfrentar a alta dos preços.

De acordo com o presidente da Abrasel, com a pandemia a cerca de 30% dos estabelecimentos na região de Campinas fecharam as portas. Com a flexibilização da economia e atendendo os protocolos sanitários os empresários estão correndo atrás para sanar os prejuízos, porém, o preocupação aumenta com o reajuste considerável dos insumos. O presidente da entidade acredita na possibilidade de estabelecimentos terem que encerrar as atividades, pois, não poderão contar mais com auxílios do governo. Porém em sua opinião essa possibilidade deverá ser bem menos acelerada. Ele acredita que a situação irá se manter apertada pelo menos até o final do ano.

https://portalcbncampinas.com.br/2020/09/bares-e-restaurantes-tentam-manter-os-precos/

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